É possível “Autocertificar”? Qual a garantia das “ditas” desinfeções, realizadas por indivíduos não acreditados?

Um título “confuso,” mas depressa o leitor vai entender o seu significado.

Atualmente assistimos, impávidos e em concordância, a diversas ações criminosas e desrespeitadoras de toda a ética profissional e moral, em troca de uns “trocos” ou de umas ações voluntárias, mas todas elas incorretas.

Até março de 2020, altura em que a Pandemia da COVID-19 despertou na Europa e obrigou todos nós a alterar a nossa rotina ou até mesmo a nossa vida, a única empresa que falava e “respirava” 24H/dia, 365 dias ao ano, Risco Biológico, na sua sabedoria, formação e experiência, era a DEATHCLEAN.

Até então, todos os que escutavam estas duas “estranhas” palavras simplesmente não as entendiam ou apelidavam a empresa de “inovadora” ou até “exagerada”…Tal como se fosse um Alien presente na sociedade Portuguesa. Isto , repare o leitor, durante 12 anos! Sim, 12 anos…

Após a necessidade de despertar os mais curiosos, todos eles, do dia para a noite, se tornaram “especialistas em risco biológico“, usando e abusando, das tais duas “estranhas” palavras, que até então nem conseguiam exprimir, sabendo o seu verdadeiro significado.

Passamos a ter os chamados “Autocertificados” em Risco Biológico. Uns criaram uns websites de raiz, utilizando textos que denotam total desconhecimento pela matéria e pelo serviço que oferecem. Outros, que já faziam serviços de pragas, limpeza de tapetes, limpeza doméstica ou até mesmo de jardinagem, criaram, ou melhor, inventaram um novo serviço. E ainda outros, estes mais audazes, ministram formações quando prestam ações de socorro no seu dia a dia, e acham-se conhecedores de todas as matérias, mesmo quando nunca as tiveram como estudo, apenas porque pertencem a um corpo profissional de nome e destaque nacional! Ah, e não nos podemos esquecer dos que, em março, começaram cheios de vontade e técnicas nunca vistas, mas que, com o passar dos meses, se “cansaram” e agora a vontade é outra…ou melhor, não é nenhuma.

A todos estes exemplos nós apelidamos de “Autocertificados”!

Sabia que, se comprar uma máquina, adquirir um desinfetante e usar um fato e uma máscara, fica automaticamente “Autocertificado” e especializado em Risco Biológico? Poderá até emitir um certificado de desinfeção ou garantir a segurança de um espaço outrora contaminado biologicamente, que ninguém irá abordar as suas qualificações. Então (e aqui esta comparação é a mais adequada), se um cidadão usar um fato e um capacete, pegar numa mangueira e tiver acesso a um veículo de combate a incêndios, é sem dúvida alguma um Bombeiro, certo? Então para que serve a formação, o treino e o estágio para ser tornar, efetivamente, um bombeiro, se é tudo tão simples e imediato?

Pois bem, aqui, no campo do Risco Biológico, é tal e qual como um médico sem um curso, um bombeiro sem a devida formação ou até um atleta sem o devido treino e acompanhamento…Não há “Autocertificações”, não há especialistas e muito menos curiosos que possam existir numa área tão delicada como esta.

A sociedade só vê pulverização para aqui, nebulização para ali…fica tão confusa, que até já acredita que os microrganismos morrem só por ver um indivíduo de fato e máscara! Isto sem falar no ridículo que são essas ações de pulverização, em ambientes internos e externos, sem nenhum controlo!

Esta falta de controlo é irresponsável, mas também o é o facto de entidades públicas ministrarem formações a terceiros sem terem qualquer aptidão, conhecimento ou até valências, pois para se formar alguém, primeiro há que ser formado e não “Autocertificado”!

Não saiam dai…pois em breve iremos publicar mais um artigo interessante! Aguardem…

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